CarolinaBarres

Antigo, que achei novo 2

Julho 7, 2009 · Deixe um comentário

Fechada ou Valsa pra ninguém

To fechada
Calada
Sem nada pra dizer ou pra contar
To esperando alguma coisa acontecer
Esperando a vida decidir
O mundo repensar
To procurando o melhor lugar
To amontoando coisas ou quem quiser pra acompanhar
Eu vou embora pra não, nunca mais parar

(Agosto de 2008)

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Antigo, que achei novo

Julho 7, 2009 · Deixe um comentário

Só porque eu não sei mais

 

Eu realmente não tenho o que dizer, mas cansei de olhar pra essas flores que estavam aqui antes.
Cansei das músicas.
Cansei de mensagens.
Cansei de tentar dizer e ninguém entender.
Cansei de tanta coisa.
Cansei de ser boa, de me culpar e de chorar.
Cansei e desisti.
Desisti de muita coisa pra correr atrás de outras.
Desisti de quem desistiu de mim.

Porque eu não sou perfeita e nunca vou ser, pra ninguém.
Eu não vou salvar o mundo.
Eu não vou conseguir alegrar as pessoas que eu gosto porque eu não to alegre.
Eu não vou agradar todo mundo, impossível. 
Eu tentei.
E quem desgostar do meu desagrado que corra pra bem longe de mim ou fique pra entender. 

Eu sonho mas…
A fome não vai acabar.
Nem o preconceito.
Nem a violência.
Nem o amor.

Eu não vou ter vcs pra sempre nem vcs vão me ter.
Eu não vou ficar pra semente nem vcs.
E eu vou embora assim que me deixarem partir.

O medo não vai passar.
O sonho nunca vai me abandonar.
Pesadelo também não.

O que eu escrevi faz todo o sentido e ninguém vai entender.
Ou todo mundo vai entender e vai perder todo o sentido.
Ou tudo isso é uma grande bobagem igual as que ensinaram pra gente na escola.
Ou igual as que a Xuxa ou meus pais tentaram enfiar na minha cabeça.

Bobagem.
Só isso.

 

(dezembro de 2007)

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xuxu

Setembro 26, 2008 · 1 Comentário

dia de festa! Muito feliz!

festa de aniversário, ou preparação

20/09/08! (23/09/85 + 19/09/88)

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O buraco de dolores.

Setembro 25, 2008 · Deixe um comentário

   Não vou nem comentar que faz tempo que não escrevo aqui… sabia que isso iria acontecer, mas uma hora eu volto. Como agora…

   Esses últimos dias, semanas, foram ótimos. Na verdade eu praticamente não tenho nunca o que contar, uma vida comum… confesso que ás vezes ordinária demais pra mim, porque tenho desejos incontroláveis por emoções e qualquer tipo de acontecimento, pessoa, sentimentos que me leve pra longe do comum e me faça viver (no sentido de sentir a vida, porque só viver qualquer um vive, né).

   Enfim, isso tudo pra dizer que: falta alguma coisa dentro de mim. Eu não sei o que é, ainda não descobri mas falta. Tenho amor, amigos, família, casa, comida, risadas, lágrimas… mas tem alguma coisa que de quando em quando me consome… Como um buraco negro aqui dentro que de repente criasse uma força absurda, sugasse minha energia e vontades, e me jogasse num nada onde só consigo pensar (e sentir) a solidão e a saudade de algo que não sei.

   O mais próximo que chego da resposta do que é, é que talvez seja essa vontade dilacerada de viver tudo que a vida pode oferecer (tudo mesmo, dos sorrisos mais contagiantes às lagrimas mais sinceras causadas pelas piores felicidades e tragédias) somado com a necessidade de me sentir útil e criar, uma criação significativa, e tocante (veja bem, não precisa ser uma obra-prima) que justifique eu estar aqui, nesse tempo e espaço, tomando até talvez o espaço de um outro que fizesse mais e melhor que eu.

   Beijo.

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Trecho

Agosto 22, 2008 · 1 Comentário

… estou matando meu amor

ela deita no meu colo, dormindo

é meu anjo, e eu a sufoco…

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Lembrei a música

Agosto 21, 2008 · Deixe um comentário

(mas ainda acho que tinha outra junto)

 

A seta e o alvo

Eu falo de amor à vida, você de medo da morte

Eu falo da força do acaso e você, de azar ou sorte

Eu ando num labirinto e você, numa estrada em linha reta

Te chamo pra festa mas você só quer atingir sua meta

 

Sua meta é a seta no alvo

Mas o alvo, na certa não te espera

 

Eu olho pro infinito e você, de óculos escuros

Eu digo: “Te amo” e você só acredita quando eu juro

Eu lanço minha alma no espaço, você pisa os pés na terra.

Eu experimento o futuro e você só lamenta não ser o que era

E o que era ? Era a seta no alvo

Mas o alvo, na certa não te espera

 

Eu grito por liberdade, você deixa a porta se fechar

Eu quero saber a verdade, e você se preocupa em não se machucar

Eu corro todos os riscos, você diz que não tem mais vontade

Eu me ofereço inteiro, e você se satisfaz com metade

 

É a meta de uma seta no alvo

Mas o alvo, na certa não te espera

 

Então me diz qual é a graça

De já saber o fim da estrada

Quando se parte rumo ao nada ?   (solo)

 

Sempre a meta de uma seta no alvo

Mas o alvo, na certa não te espera

 

Então me diz qual é a graça

De já saber o fim da estrada

Quando se parte rumo ao nada…

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Não quero colocar nome.

Agosto 21, 2008 · Deixe um comentário

Até onde vale a pena se esforçar?

E o “bola pra frente”? “A fila anda”? Deixar pra trás o que não faz bem? E se faz bem? E se faz mal também?

E se é difícil de aguentar, se dói só de pensar, se a gente é fraco e está cansado? 

Penso nisso pra tudo. Porque insistir no que é difícil? E se o difícil trouxer felicidade? Meus pais por exemplo devem me fazer tanto mal quanto bem… e eu me esforço por eles, fico, aguento e o caralho a quatro… mas aí tem aquela coisa: é família! Foda-se!! Família é sentimento, não sangue. É um grupo de pessoas que se gostam, se respeitam, fazem bem uma a outra e querem ficar juntas, unidas. Sangue é nada perto disso… veja bem, não digo aqui que minha família é ruim, longe de mim dizer isso, mas me faz um pouco infeliz sim, e isso é muito pessoal. Não quero falar deles agora.

A questão é: até onde vale a pena lutar por alguma coisa? se de tempos em tempos dá uma vontade louca de desistir por não suportar a dor, a raiva, a desilusão, a tristeza, e qualquer outro sentimento que deixe a gente fraco e sem vontade. Mesmo que de tempos em tempos, venham tempos bons que pareçam os melhores de nossas vidas…

Até onde a gente tem que ir na vida pra fazer valer a pena sem perder o respeito (próprio) por se enfrentar e passar por cima de si mesmo? (OBS: odeio falar “de si mesmo”)

Ai cansei. Beijo.

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Cade a música que estava aqui?

Agosto 20, 2008 · Deixe um comentário

Mais de uma semana sem dizer nada aqui, uma palavra se quer, sem ao menos entrar!

Hoje eu acordei com uma música na cabeça, e fiquei a manhã inteira cantando e ainda um pouquinho da tarde, e agora que queria ouvir, quem sabe postar, enfim, me expressar através dela… ELA SUMIU COMPLETAMENTE! O pior é que hoje de manhã ela fazia um sentido absurdo de existir dentro de mim e no momento não me lembro nem do que se tratava. 

Mas, medo!! Quando fazia aula de canto minha professora costumava dizer que música na cabeça é expressão (de alguma forma) do inconsciente, do passado ou ainda do que está por vir… e que quando não se lembra da música (inteira ou trechos) é porque não estamos preparados para o que ela de fato significa, no caso de ser expressão mesmo. Acredito nisso, mas tem casos que a música é só chata, ruim e criada especialmente pra impregnar, aí é outra história, aí é funk, axé, todas essas merdas que não tem nem sentido de existir quanto mais de expressar o inconsciente de ninguém. Enfim, voltando, esse caso acima descrito não é o da música que estava na minha cabeça… To intrigada com ela agora. Queria tanto lembrar!!

Ai ai ai… num tem jeito.

Beijo.

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Inferninho na vida

Agosto 11, 2008 · Deixe um comentário

A cor do ciúme. Qual seria a cor de ciúme?

O ciúme é roxo, eu acho que ele é roxo. Dois dias atrás eu fiquei louca de ciúme (na verdade a um tempinho, mas com razão) e comecei a pensar: que cor eu enxergo com tudo isso dentro de mim?

O ciúme é roxo, forte.

Roxo de vontade de dar um soco na cara de alguém só pra ver “roxear”.

Roxo de ficar roxo de raiva.

Roxo porque veio do vermelho (da sua intensidade), deseja o vinho do sangue, mas espera, no fim, a tranquilidade e a calmaria do azul.

 

OBS: “No seu lugar eu já teria tomado uma atitude”. Essa frase não me sai da cabeça – dentro ou fora do contexto original (péssima e absurdamente colocado na situação).

(“E quem é você? Da onde você surgiu? O que faz aqui? O que você quer?”) – Essa talvez fosse a resposta ideal. 

 

Com um pouco de raiva, medo e decepção – Um beijo.

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post de saudade

Agosto 9, 2008 · 1 Comentário

Faz 10 dias que eu não escrevo. Acho que não tive nada ora dizer… ainda não tenho, talvez. Mas parece que sempre há algo a dizer quando se esforça um pouquinho.

Comecei uma faculdade nova essa semana. E achei, exatamente, que não conversaria com ninguém por muito tempo… só por não ter nada a dizer pra quem não se conhece. Mas é só se esforçar um pouquinho… realmente é.

Nessa faculdade to me sentindo estudando de verdade. Engraçado… mas na outra era tipo encontro de amigos (ou inimigos) com exercícios de brincar, porque aprender parece que nunca foi o foco. Tudo bem, nunca é exagero, mas quase sempre… grande parte das vezes. Alguns professores acho que pensavam assim, talvez pelo baixíssimo salário que ganham.

To bem nesse lugar novo. É lógico que minhas amigas são de antes e sempre vão ser… difícil encontrar alguém tão certo pra gente em todos os lugares, e elas são tão perfeitas pra mim que quero a vida toda. Passei o colégio sem encontrar isso, depois encontrei em 2 lugares e acho que já foi sorte o suficiente!! (Na minha antiga faculdade e antes disso, através do meu irmão). Fora isso tem aquelas pessoas que fazem parte da nossa vida e vão durar… não são cotidianas nem semanais mas se preocupam com vc, querem seu bem (e vc o delas) e sempre sabe que pode contar quando precisar. Confuso, né?! essa coisas não são claras mesmo!

Acho que o quero dizer mesmo é que sinto falta dos meus amigos… Que queria eles todo dia e que, seja do senac ou de antes é pra sempre. Amigo é pra sempre. O resto pode passar… no meu caso nem família é muito pra sempre, já que minha família não vai me aceitar mesmo, acho e espero que não.

Sei lá, é um post de saudade!

Vou almoçar. Beijos.

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