CarolinaBarres

Não quero colocar nome.

Agosto 21, 2008 · Deixe um comentário

Até onde vale a pena se esforçar?

E o “bola pra frente”? “A fila anda”? Deixar pra trás o que não faz bem? E se faz bem? E se faz mal também?

E se é difícil de aguentar, se dói só de pensar, se a gente é fraco e está cansado? 

Penso nisso pra tudo. Porque insistir no que é difícil? E se o difícil trouxer felicidade? Meus pais por exemplo devem me fazer tanto mal quanto bem… e eu me esforço por eles, fico, aguento e o caralho a quatro… mas aí tem aquela coisa: é família! Foda-se!! Família é sentimento, não sangue. É um grupo de pessoas que se gostam, se respeitam, fazem bem uma a outra e querem ficar juntas, unidas. Sangue é nada perto disso… veja bem, não digo aqui que minha família é ruim, longe de mim dizer isso, mas me faz um pouco infeliz sim, e isso é muito pessoal. Não quero falar deles agora.

A questão é: até onde vale a pena lutar por alguma coisa? se de tempos em tempos dá uma vontade louca de desistir por não suportar a dor, a raiva, a desilusão, a tristeza, e qualquer outro sentimento que deixe a gente fraco e sem vontade. Mesmo que de tempos em tempos, venham tempos bons que pareçam os melhores de nossas vidas…

Até onde a gente tem que ir na vida pra fazer valer a pena sem perder o respeito (próprio) por se enfrentar e passar por cima de si mesmo? (OBS: odeio falar “de si mesmo”)

Ai cansei. Beijo.

Categorias: Palavras

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